Ensaio - Por que a experiência nos cursos forma, mas cai no ostracismo?
foto do 1º semestre de 2019. Convidados, atores, atrizes e a professora Simone Shuba, após as apresentações dos exercícios cênicos de "O Zoológico de Vidro", obra de Tennessee Williams.
Sou formado por dois cursos técnicos de teatro. Assim que me formei no primeiro, o Incenna, em 2023, a primeira coisa que fiz foi anunciar a novidade no Facebook. Além disso, incluí outros detalhes.
Basta ter feito o curso, sem descrever as suas partes integrantes? E as aulas (a BNCC, por exemplo, mudou no meu semestre de formatura), os seus eixos, a identidade das almas que contribuíram para a minha formação?
No caso acima, não fiz a lição de casa por completo. Mas com a criação do blog, tenho pensado sobre. Faz sentido. Não acho que uma escola deva se resumir na memória a um simples nome.
Não falo de compartilhar diários on-line (não esperem produção literária de graça aqui, mesmo poemas), mas de compartilhar registros até que formais, do tipo: 'o que fez - com quem fez - durante quando (no curso) fez'. Simples, mas, aparentemente, inexistente no mundo dos cursos teatrais.
A riqueza de um itinerário se traduz não por um diploma, não pela grande descrição das experiências, mas pela capacidade em listá-las com objetividade, sem que elas percam o valor de sua natureza.

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